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Yalla!



Não consigo mais publicar imagem nessa merde de uol.

Vou procurar um novo endereço para o blog. Daí aviso. Porque tá danado.



Escrito por Roberta às 14:14
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Entrega

Isso é entrega em um fusion: http://www.youtube.com/watch?v=io_rjcJofm4
Karima, uau! Muuuito bom mesmo. Quero ver mil vezes para ver se aprendo. Porque entrega talvez seja o maior problema da dançarina ocidental (sem problematizar a categoria, por favor). E ela resolve bonito. Como se estivesse em Amsterdan, sei lá.


Escrito por Roberta às 02:52
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Sobre o Tribal

Vou confessar: o que mais me incomoda na chamada dança Tribal é a pretensa seriedade da coisa. Que se expressa, principalmente, nas feições na bailarina. Não, não dou conta de bailarina marrenta. Pra mim, bailarina tem aquele quê de musa. Tem que inspirar, trazer leveza. Não estou despolitizando nada. Mas tenho preguiça de cara amarrada.
A bailarina no tribal parece estar brigando com seu público. É séria, sóbria e equilibrada. Faz giros cronometrados ao som de música pós-moderna. Ergue um braço enquanto executa três batidas precisas no quadril e gira 180 graus para repetir a mesma frase. Ela é eficiente, higiênica e econômica. Com ela não tem braço feio. Ninguém conhece sua aracada dentária. Ela se contorce dramática e lentamente enquanto incorpora uma Theda Bara renascida nos anos 80. Mescla flores, tatuagens, seda e coturno. Funde os signos ao ponto do irreconhecível. E, principalmente, faz algo novo. Uma dança novinha em folha. Inventada em seio imperial. Resume tão bem o espírito de nosso tempo...

Escrito por Roberta às 10:22
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