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Cynthia Semíramis

Dadivosa

 

 



Escrito por Roberta às 21:17
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Osso duro de roer

Comparada com o balé, a dança do ventre é uma papinha. Estava procurando no youtube algumas seqüências novas para alongamento (aula de uma hora de duração é dose, o alongamento tem que ser breve e eficiente) e aparecem todos aqueles vídeos caseiros de menina treinando movimentos de balé complexissíssimos - ao menos para mim, que só fiz baby class e, claro, já não me lembro mais de nada. Mas a comparação é meio covarde. Porque o balé é uma disciplina e tanto e tal. A dança do ventre tem seus percalços. Se não é osso duro de roer, é cartilagem chata de mastigar, vá lá.

Tem umas coisas que são complicadinhas, principalmente no começo. Estou, por exemplo, ralando para fazer as meninas executarem o maya. Aquele oito vertical pra baixo. Nossa, quando tenho que ensinar oito maya fico toda ouriçada porque sei que vai dar trabalho. E quero que elas façam sem levantar os calcanhares. Metade da turma já faz e a outra metade está ralando. Aí eu me pego lembrando de quando aprendi. Na verdade, o oito maya não foi muito difícil pra mim. Camelo foi mais difícil. Quase impossível, na verdade.

Mas dança do ventre também tem esse fenômeno louco de o corpo, de repente, começar a fazer o movimento direito. Faz sentido? Você fica lá na frente do espelho, repetindo, repetindo. Sempre alguma coisa está fora de ordem. De repente, do nada, lá está o movimento. Quando acontece isso, a gente tem que deixar fluir. Repetir loucamente, até que fixa e a gente não esquece mais. Fantástico. Mas vá lá: tem os passinhos que são chatos de ensinar ou de aprender. Pra mim são difíceis de ensinar:

- Oito maya: porque deslisar e baixar o quadril ao mesmo tempo é mesmo complicadinho.
- camelo: chato de ensinar. É um movimento que pede paciência, aquela coisa de vértebra-por-vértebra e tal.
- tremido: mais porque as meninas se desesperam do que por ser difícil. Mas as minhas alunas têm aprendido bem. Graças a Deus.

Tem os movimentos que para mim foram - ou têm sido - difíceis de aprender:
- giro helicóptero: Aquela coisa de levanta-braço-baixa-braço me deixa louca
- deslocamento com redondo equilibrista: Dá trabalho. Ainda não faço bem, mas chego lá
- snujs: Tocar parada é uma beleza. Deslocar, só com novena pra Nossa Senhora da Coordenação Motora.
- giros de cabeça: tipo os da Poli. Uau. Dói, né?

Claro que esse mocotó todo se desfaz com um tantinho de estudo. Mas até chegar lá...

Escrito por Roberta às 20:47
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